abr 29 2009

Botinada vai rolar no Cineclube

Escrito por Caio

O Cineclube é uma iniciativa muito massa de uma galera que curte ver, assistir, refletir e o que mais der sobre cinema e, por que não, cultura em geral.

Bom… acontece que no próximo dia 1º de maio, nesta sexta, exatamente às 16:20h vai rolar uma sessão do Cineclube daqui de Guaxupé. Vai rolar lá no Cine Teatro 14 Bis. Local que tem feito muitos préstimos e apoiado demais a causa rocker daqui da cidade.

O filme que vai rolar lá nesta semana é o Botinada: A Origem do Punk no Brasil. Filme que, sob a direção de Gastão Moreira (alguém ae lembra do Fúria Metal da MTV? abertura ao som de Metallica…), conta a história de um dos estilos rockers mais populares do país através de entrevistas e de link com o cenário político e cultural da época no país.

Vale a pena quem puder comparecer, é de grátis galera!

Ficha técnica

Data:

1º de maio, sexta-feira, às 16:20 h
Cine Teatro 14 Bis de Guaxupé

BOTINADA: A Origem do Punk no Brasil

Direção: Gastão Moreira
Ano de produção: 2006
Classificação: 16 anos
Duração: 70 minutos

Sinopse

Documentário que disseca o surgimento do Movimento Punk no Brasil. Dirigido por Gastão Moreira, apresentador dos lendários programas Fúria Metal, da MTV e Musikaos, da TV Cultura.
Entrevistas e imagens raras emolduram a história do movimento cultural que explodiu como uma bomba no final dos anos 70, início dos 80. O filme vai além da música, mostrando a realidade brasileira na época: o engajamento da classe operária, a censura da ditadura militar, as brigas de gangues e a repressão policial.
Um verdadeiro chute na cara.

SESSÃO GRATUITA

Uma iniciativa:

Instituto 14 Bis de Educação e Cultura
(35) 3551-6669/ www.instituto14bis.org.br

Sobre o autor
Caio Mancini é baixista e vocalista de várias bandas locais de Guaxupé, nerd assumido e locutor do programa Avalanche que vai ao ar todos os domingos pela 87,9 FM de Guaxupé.
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abr 22 2009

Resenha: Motörhead - Motörizer

Escrito por Rangel

  • Álbum: Motörizer
  • Banda: Motörhead
  • Origem: Inglaterra
  • Ano de lançamento: 2008
  • Formação: Lemmy Kilmister (vocals/bass), Phil Campbell (guitars), Mikkey Dee (drums)

Chega até a espantar uma banda que, com mais de 33 anos de carreira continua com a mesma energia e fazendo o mesmo “rock n’ roll pauleira” de sempre. De fato Motörhead é um nome que dispensa qualquer tipo de comentário.

Chega de conversa fiada e vamos ao disco, Motörizer abre com a energética Runaround man, possui um refrão rápido e direto, ótima canção. Teach you how to sing the blue é uma verdadeira aula (ao pé da letra) de se fazer não o “blues”, mas o rock n’ roll extremo que a banda sempre ostentou com tanta classe.

When the eagle screams é magnífica, umas das melhores faixas do cd, uma das mais aclamadas pelos ouvintes do álbum também, bases simples, mas criatividade predominante, mais para o meio o solo do bom e velho Phil Campbell  deixa sua marca. Rock Out é direta, porradaria extrema, violenta, agressiva e pesada, refrão marcante, faz qualquer ouvinte remeter ao período “Ace of Spades” de ser. One short life é talvez a mais calma do álbum, mas não menos brilhante, cadenciada e com o baixo de Lemmy falando cada vez mais alto.

Buried Alive é mortal do começo ao fim, começa com a pancadaria Motörheadiana que estamos habituados, um refrão forte e um solo perfeito executado por Mr. Campbell. English Rose começa com Lemmy vomitando as seguintes palavras: “I been waiting for you for hours babe”, mas não precisamos esperar muito para ouvir a porrada na orelha, ótima canção do gênero pseudo-romântico de Mr. Lemmy Kilmister.

Back on the chain é poderosa, pesada e direta, mais para o meio Mikkey Dee mostra que não está para brincadeira e detona sua batera (no bom sentido é claro), música sensacional. Heroes é mais emocionante, uma verdadeira lição em todos os sentidos, tanto de música quanto de moral, a mensagem da letra é filosófica, devemos ser e somos verdadeiros heróis, segue o refrão da mesma:

“Stand your ground and fight,
You know that our cause is right,
We are the ones, whoes hope is gone,
Hold and stand fast.
Stand and do your best,
Stand and face your test,
Until you fall, you must obey the call,
For we are the last.”

(Defenda vosso território e lute

Você sabe que nossa causa é certa,

Nós somos os únicos, quem a esperança se foi,

Levante-se e encare rapidamente

Levante-se e faça seu melhor,

Levante-se e encare sua prova,

Até você cair, você deve obedecer ao chamado,

Por nós que somos os últimos.)

The time is right é violenta do começo ao fim, uma ótima canção. Eis que entram os mil nomes de Deus, The thousand names of god, que acho, particularmente, a melhor faixa do álbum, sensacional, causa até arrepios sensacional, somente ouvindo para sentir o que é essa música.

O Motörhead foi uma banda que sobreviveu a tudo e continua na estrada até hoje apesar de todas as adversidades, continuam no topo e lá sempre permanecerão como uma das maiores bandas de Rock n’ Roll (esse é o Rock n’ Roll mais Metal que eu conheço) da história da música, e, parafraseando os mesmos: Eles são o Motörhead. Sem mais palavras…

Sobre o autor
Rangel Militão Franco é formado em Letras (Português e Inglês) pelo UNIFEG de Guaxupé. Obteve boa nota na defesa de sua monografia diante da banca avaliadora em dezembro de 2007, seu tema foi a obra do escritor inglês William Shakespeare, ele bem que quis analisar letras de músicas HEAVY METAL, mas não deu muito certo (risos). Ganha seu pão de cada dia como professor de informática e de inglês. Em novembro de 2008 fundou e desenvolveu o site do Funeratus Official Fan Club. Grande apreciador e incentivador do METAL, é colaborador do programa Avalanche desde que o programa começou.
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abr 11 2009

Mont Death Fest Festival

Escrito por Caio

Dia 9 de maio (deste ano, claro), vai rolar em Monte Santo o Mont Death Festival.

Será um evento que contará com as bandas:

  • Breakneck (Guaxupé)
  • Seven Keys (Guaxupé)
  • Imperfect Souls (Muzambinho)
  • Funeratus (Mococa)

Na ocasião a Funeratus fará o lançamento do EP “Vision from Hell”. O evento vai acontecer no Clube do Belém e os ingressos estão por R$ 10,00 antecipados.

Dá um look no cartaz da festa:

Sobre o autor
Caio Mancini é baixista e vocalista de várias bandas locais de Guaxupé, nerd assumido e locutor do programa Avalanche que vai ao ar todos os domingos pela 87,9 FM de Guaxupé.
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abr 11 2009

SEUD - Parte II

Escrito por Biano

Parte II

Neste mesmo domingo, logo mais a noite, todos se encontraram no centro da cidade. Guaxupé é uma cidade pequena, pouco mais de cinqüenta mil habitantes, localizada no sudeste de Minas Gerais estando muito próxima a divisa do estado de São Paulo. Entre meio as conversas Flávia pergunta por Víctor, e este não costumava ficar em casa durante a noite, especialmente nos finais de semana; Fernando diz que ele havia deixado sua casa pouco depois de uma hora da tarde, e que não se sentia bem. Carlos se aproveita:

_ Exagerar na bebida, só pode dar nessas coisas!

_ Pára de implicar com o Victor - Flávia intervém - você não perde uma chance de falar mal do “menino”.

_ Será que o Victor está legal em casa? - pergunta Fernando preocupado e acabando com a discussão.

_ Só porque ele não saiu hoje não quer dizer que ele esteja tão mal assim, amanhã nós veremos em que situação ele se encontra.

_ Não sei não Flávia! Raramente ele fica em casa.

_ Relaxa Alice. Ele deve estar bem!

Alice ficou muito preocupada, porém o susto maior ela teria no outro dia. Segunda-feira e lá estava ela na casa de Seu José a perguntar por Victor, quando recebe a notícia de que ele estava no hospital, abalada ela pergunta:

_ Mas porque Seu José? O que aconteceu? Como ele está?

_ Ainda não sei Alice!

_ Mas como não sabe?

_ Ele se levantou reclamando de uma fraqueza terrível, estava muito pálido, quase desmaiando. Liguei para o hospital pedindo uma ambulância que logo nos pegou.

_ Mas quanto tempo ele vai ficar lá?

_ Eu  não sei - lamenta Seu José.

_ Mas então temos que levar algumas coisas para ele, roupas e… - disse Alice esboçando uma tentativa de abrir o quarto de Victor, quanto é interrompida por Seu José.

_ Ele já levou uma mochila com algumas peças de roupa e trancou o quarto logo após. Eu estava no hospital desde manhã, e vim agora tomar um banho e comer alguma coisa.

Perplexa e preocupada, Alice deixa a casa de Seu José e vai a procura de Flávia, que também fica espantada mas consegue manter a calma. Ligaram para Pedro e Fernando para lhes dar a notícia, os dois, juntamente com as meninas são os amigos mais chegados de Victor.

No hospital, Victor muito fraco agradecia em murmúrios a presença dos amigos, dizia ainda não conhecer o diagnóstico médico, mas que a cada minuto parecia estar mais fraco. Nesse exato momento entra na sala o médico responsável por Victor, sua atitude preocupa a todos, pois no lugar da bolsa de soro ele coloca uma bolsa de sangue para ser recebido por Victor. Após a troca, que causou um pasmo unânime, o médico chama o pai de Victor para uma conversa particular. Já em uma sala à parte, o médico revele à Seu José que Victor sofre de uma estranha e aparentemente irremediável hemorragia interna. Nesse meio tempo, Victor recebe mais visitas de seus amigos de passeios noturnos.

Noite de terça-feira, e Seu José observava seu filho que dormia profundamente enquanto a madrugada entrava, um olhar de piedade e desconsolo tomava a face de seu pai que nesse momento também adormeceu, e este dormira sentado, na cadeira ao lado da cama de seu filho.

Ao acordar na manhã de quarta-feira, o pai de Victor não notara sequer uma diferença na posição da qual seu filho havia dormido, preocupado tentara inutilmente acordá-lo, e sai desesperado em busca de auxílio, correndo pelos corredores do hospital.

Tendo sido rapidamente examinado, o médico constata que Victor estava em coma.

Mais tarde, Alice chegando ao hospital, sozinha e bem antes dos seus amigos, é barrada por Seu José, e recebe a má notícia em prantos.

Na quinta-feira à tarde o hospital recebe uma presença muito inusitada. Carlos que ainda não tinha visitado Victor, se encontrava afoito em fazê-lo, e é parado por Alice:

_ Carlos?! O que você está fazendo aqui?

_ Vim ver o meu amigo Victor - responde ele, olhar cínico.

_ Mas ele está em coma, e só dá pra ser visto pelo lado de fora do quarto.

_ Justamente. Você acha que eu iria perder a chance de presenciar a desgraça de meu inimigo? - disse Carlos abrindo um sorriso maquiavélico, cheio de satisfação.

Alice rapidamente se põe pronta a golpeá-lo e empurrá-lo em direção contrária ao quarto de Victor. Fernando de longe vê a cena de dá um astuto grito para Pedro, e os dois correm para separar o conflito. Ao sair do hospital acompanhado por Pedro, Carlos tenta se explicar mas é bruscamente interrompido:

_ Você devia se envergonhar. Não tem perdão para o que você fez. - diz Pedro enraivado.

_ Pois espero que ele morra!

Pedro estava indignado com a frase inescrupulosa dita por Carlos, sua única reação foi se virar e voltar ao hospital.

Sobre o autor
Biano é professor de inglês e músico, vocalista da banda de trash metal Breakneck.
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mar 19 2009

Iron Maiden: EU FUI!!!

Escrito por Caio

Bom… você leram sobre a quantidade de pessoas e os tumultos nas entradas, saídas e quebra-quebra de alambrados e tals? Bom eu tava perto.. fazer o que…

Chegamos 12:00 animadíssimos pra encarar a aventura e fomos pra fila.. furamos, claro.. afinal não tava afim de andar 3km debaixo de Apolo com camiseta preta…

Na entrada uma chuva.. ou melhor, uma tempestade. Danificou os telões HD que estavam lá, deixou o que era grama de interlagos virar barro e junto disso as 70000 pessoas que estavam lá.

Britânicos, a produção da banda avisou que iria atrasar o show em alguns minutos pois a chuva atrasou os preparativos do palco e não tocariam enquanto a fila lá de fora não acabasse e todos estivessem dentro do autódromo.
Enfim… exatos 19:00 entrou a Avril Lavigne filha do Steve Harris… Lauren Harris até que tenta, mas definitivamente abrir shows do Iron não irá trazer algum benefício a sua carreira, não é o público mais correto pra ela mandar suas músicas. Mesmo com a competente banda que a acompanha.

Quando a banda entrou no palco com um atraso de aproximadamente 60 minutos, todo o cansaço, lama, vontade de mijar, sede, fome encheção de saco, empurra-empurra foi pro esquecimento. É surpreendente como músicas com mais de 10 anos tem tanto poder!
A banda inteira é uma performance digna, daquilo de tudo que já em DVD e ouvi nos CDs e MP3 por aí, é extremamente fiel. Um amigo me disse “se não fosse umas linhas diferentes, viradas e gritos de Bruce eu ia falar que tava ouvindo o CD”.
Pensei em chegar aos 50 anos de idade com a mesma disposição física, musical, vocálica e carisma que os caras têm.
Foi emocionante quando todas as luzes se acenderam, Bruce apresentou a banda e todos os músicos foram ovacionados pelas dezenas de milhares de pessoas presentes. Em especial o batera Nicko McBrain que é muito carismático.
Em uma grande metrópole, num lugar de difícil acesso, com pessoas provenientes de todos os lugares do país, deu pra ver de tudo, crianças com os pais, mulheres, meninas, galera na baura, cerveja absurdamente cara na lata e todos em um êxtase comunitário. Cada refrão grudendo e marcante da banda era ecoado em uníssono de tal forma que já não se ouvia mais a banda tocando e só o público participando ativamente do show.

Dois Eddies, Rime of the Ancient Mariner, Powerslave, fantasias, e o público encenando Run to the Hills invadindo o morro e a ala Vip e já estava exausto até pra pular, também tava até a canela na lama. Nenhuma briga, nem mesmo nas 2 horas que foi pra deixar o autódromo no escuro e sem indicações da saída.

Ir no show do Maiden não é só ir em um show pra ver seus ídolos de infância, curtir um som que se gosta, mas uma experiência de vida para um rockeiro que curte a vida, a boa música e o contato com outras pessoas que estão lá pelo mesmo motivo que o seu. Curtir.

2011 os caras voltam, tomara que batam esse recorde de público, carisma e espetáculo.

Sobre o autor
Caio Mancini é baixista e vocalista de várias bandas locais de Guaxupé, nerd assumido e locutor do programa Avalanche que vai ao ar todos os domingos pela 87,9 FM de Guaxupé.
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mar 17 2009

Avalanche, um programa feito por fãs!

Escrito por Rangel

O programa Avalanche é formado por uma grande equipe Não somente nós que estamos aqui dentro deste estúdio, mas por todos vocês, que estão dentro de suaqs casas, sintonizados por uma onda de rádio ou conectados na internet.

Você que manda e-mails para o programa, faz seu pedido por telefone, ou apenas curte o programa toda semana é um grande colaborador.

Nosso jovem programa de apenas pouco mais de 4 meses de existência já provou ter um público fiel, que é a galera que curte o bom e velho rock ‘n’ roll, seja você fã de heavy metal, thrash, black, clássicos, hard rock, punk, gothic, enfim seja qual for o seu estilo favorito você sempre terá espaço aqui.

Toda semana nossa família cresce mais, sempre há um ouvinte, um convite a mais, muito obrigado por essa receptividade.

Trabalhamos em prol de um estilo marginalizado injustamente pela maioria da população…, mas é claro, grande parte da população não tem acesso à cultura, MÚSICA DE QUALIDADE É CULTURA.

Comparemos o rock and roll a uma aranha que sobe uma parede: quando uma pessoa vê uma aranha subindo uma parede, a primeira coisa que vem à mente dela é matá-la, por mais que lea não tenha feito nada. É isso o que ocorre com o rock and roll, as pessoas, quando se vêem intimidadas por algo que desconhecem, sempre querem banir aquela coisa, por quem ela incomoda.
Como disse outrora Nelson Rodrigues: “A unanimidade é burra”, se a massa populacional quer ouvir porcaria, PORCARIA PARA A MASSA!

O público rock and roll no Brasil é uma minoria, mas é um público fiel, um público que se interessa pelo conhecimento, um público que realmente tem amor pela música, que tem tesão em ouvir seu rock, seja qual for o estilo.

Muito obrigado a você ouvinte pela sintonia fiel todos os domingos à noite, esse programa não seria nada sem você que está aí do outro lado!

Como diz o guitarrista do Funeratus, André Nálio: “Somente os fortes sobrevivem”, nós somos fortes e sobreviveremos, somos todos do mesmo sangue, simplesmente porque temos o Rock  ‘n’ Roll correndo em nossas veias.

Sobre o autor
Rangel Militão Franco é formado em Letras (Português e Inglês) pelo UNIFEG de Guaxupé. Obteve boa nota na defesa de sua monografia diante da banca avaliadora em dezembro de 2007, seu tema foi a obra do escritor inglês William Shakespeare, ele bem que quis analisar letras de músicas HEAVY METAL, mas não deu muito certo (risos). Ganha seu pão de cada dia como professor de informática e de inglês. Em novembro de 2008 fundou e desenvolveu o site do Funeratus Official Fan Club. Grande apreciador e incentivador do METAL, é colaborador do programa Avalanche desde que o programa começou.
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mar 10 2009

Programa especial neste domingo

Escrito por Caio

Olá amigos!

Neste domingo, como eu e o Leo estaremos em São Paulo no show do Iron Maiden não poderemos transmitir o programa ao vivo. Mas o programa vai ao ar normalmente e de um jeito especial…

Só com pedidos dos ouvintes!

É isso mesmo! Envie o pedido do seu rock ou metal para o nosso e-mail avalanche@87fm.com.br e nós montaremos um programa especial com todas as músicas que as pessoas mais importantes de nosso programa, vocês, quiserem ouvir!

Então fica assim, aguardamos suas sugestões!

Sobre o autor
Caio Mancini é baixista e vocalista de várias bandas locais de Guaxupé, nerd assumido e locutor do programa Avalanche que vai ao ar todos os domingos pela 87,9 FM de Guaxupé.
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mar 9 2009

Resenha: Krisiun - Southern Storm

Escrito por Rangel


  • Álbum: Southern Storm
  • Banda: Krisiun
  • Origem: Brasil
  • Ano de lançamento: 2008
  • Formação: Alex Camargo (Vocals/Bass), Moyses Kolesne (Guitars), Max Kolesne (Drums)

O Brasil é um país do qual ainda não se dá muito orgulho de viver, pois a corrupção em que residimos é uma verdadeira calamidade, mas é um grande orgulho poder dizer: “Sou brasileiro e o Krisiun é um produto 100% nosso!” Eles são, sem sombra de dúvidas o maior orgulho nacional na música extrema da atualidade. O álbum Southern Storm, que foi lançado passando meados de 2008 está com uma boa repercussão na cena extrema mundial.

O álbum começa com a poderosíssima Slaying Steel, porradaria extrema, o riff introdutório é massacrante, mais calmo se for relacionar como restante da música, sensacional. Sentenced Morning é mortal, bateria metralhada, riff direto e o baixo acompanhando os bumbos de maneira ímpar, no meio Moyses mostra um solo técnico menos extremo e a música ganha uma atmosfera diferente, mas sem abrir mão do peso e das paradinhas metralhadas de Max.

Twisting Sights é uma das minhas favoritas, puta que pariu, desculpem o palavreado de baixo calão, mas essa música é Du caralho, mais para o meio o peso dela é capaz de derrubar uma parede com apenas alguns acordes, os bumbos de Max parecem até um vento soprando, sensacional música.

Minitaur começa de forma bélica, numa harmonia perfeita entre os instrumentos e Max com seus repiques na batera, o solo extremo de Moyses é sensacional, ultrapassa a velocidade da luz. Combustion Inferno é talvez a mais famosa do álbum, sensacional, extrema, pesada, agressiva, sem mais adjetivos sobre a mesma.

Massacre Under the Sun começa com Alex dando maior ênfase em seu baixo matador, depois entra a porradaria típica à moda Krisiun de ser, ótima música também. Bleeding Offers começa com um riff marcante, quando entra a bateria de Max arregaçando com tudo de maneira apocalíptica, ainda não falei do vocal de Alex, mas isso dispensa qualquer tipo de comentário também.

Logo após entra o “colvi da bolachinha”, dessa vez foi para Refuse/Resist dos mineiros do Sepultura, devo dizer que eles seguiram bem à risca a versão original, só tem um pouco mais de peso, no mais eu diria que essa faixa eles tiraram para descansar um pouco, afinal é a mais tranqüila do álbum.

Em Origon of Terror eles voltam a trabalhar novamente, a música já começa trampada, depois vira a porradaria já conhecida por todos. Contradictions of Decay começa de forma diferente, eu diria até um pouco mais melódica, mas só numa primeira parte, a metralhadora humana começa a agir novamente, o riff de Moyses lembra um pouco o riff da música Wolfen Tyranny do álbum Works of Carnage, lançado em 2003.

Eis que entra outro petardo do álbum, uma das minhas favoritas também, Sons of Pest, começa como que preparando o terreno para a avalanche sonora que está por vir, o som trampado detonando tudo, mais para o final tem um solo de bateria de Max que puta que pariu, se já não tivesse visto esse cara fazer isso ao vivo…, realmente o cara não é desse mundo…

Black Wind, é instrumental, para acalmar os ânimos para a pedrada que está por vir, a saideira do álbum, Whore of the Unlight, brutalidade extrema, excelente música, o álbum não poderia se encerrar de forma mais brilhante a matadora como essa.

Southern Storm é um álbum sensacional, obrigação na prateleira de todo Heabanger que se preze, para quem gosta de Brutal Death Metal, eu recomendo a ouvir Southern Storm.

Sobre o autor
Rangel Militão Franco é formado em Letras (Português e Inglês) pelo UNIFEG de Guaxupé. Obteve boa nota na defesa de sua monografia diante da banca avaliadora em dezembro de 2007, seu tema foi a obra do escritor inglês William Shakespeare, ele bem que quis analisar letras de músicas HEAVY METAL, mas não deu muito certo (risos). Ganha seu pão de cada dia como professor de informática e de inglês. Em novembro de 2008 fundou e desenvolveu o site do Funeratus Official Fan Club. Grande apreciador e incentivador do METAL, é colaborador do programa Avalanche desde que o programa começou.
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fev 26 2009

Enfim, o ano começou.

Escrito por Caio

Pensei que nunca ia acabar este carnaval, êta festinha de contradições.

Carnaval, inicialmente era um baile de máscaras, na era Vitoriana, Europa antiga… no mundo inteiro tem essa porra, mas só o Brasil tira o plugue que rege a consciência da tomada nessa época.

Começamos que é um evento que tradicionalmente todos colocam suas máscaras e saem pra rua fazendo o que bem entender, bebendo, trepando, bebendo, estuprando, bebendo, cheirando, ingerindo, bebendo (pra não perder o costume), matando e mais o que der na cabeça.

Alegria e horror. Por mais que a festa seja ótimo, uma verdadeira expressão cultural brasileira (importada, mas ninguém lembra disso né) é o pão e circo da atualidade nacional.

Maremotos? Enchentes? Que nada! Olha o sucesso novo da Ivete aew!!!! Vai buscar Dalila!!!! Logo… porque o seu Zé tá com o pau duro e precisa desguarnecer logo, senão morre de infarto. Isso ou enche a cara na lança perfume… ops… doce, a onde agora é o doce ou gás de geladeira.

Desculpem gente, mas eu estou um pouco desatualizado com relação a carnavais e outras folias.

Ainda bem que é uma festa democrática.

Sim, pagando bem você pode ficar uma camarote com as maiores autoridades do feudo, beber e comer do bom e d0 melhor, participar dos barracões de blocos, agremiações e bandas com livre acesso ao freezer e ficar no style da onda, roupinha e tudo mais!

Opa… mas olha a banda ae gente! Ou bloco, banda… a sei lá… ixi passou… não deu pra ver…

Que os governos continuem assim, é isso que o povo gosta mesmo, ver a banda passar e mais nada. Poucos olham para o que está vindo atrás dela. Daqui quarenta dias todos na procissão queimando suas bruxas interiores, crucificando os não adeptos e jogando pra debaixo do tapete as cinzas da antiga máscara que caiu.

Sobre o autor
Caio Mancini é baixista e vocalista de várias bandas locais de Guaxupé, nerd assumido e locutor do programa Avalanche que vai ao ar todos os domingos pela 87,9 FM de Guaxupé.
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fev 21 2009

Atenção bangers! Sem programa neste domingo!

Escrito por Caio

Olá pessoal.

Neste domingo dia 22 de fevereiro de 2009 devido à grade de programas especiais de carnaval da rádio Comunitária não teremos o programa Avalanche. Não se preocupem, domingo que vem dia 01 de março o programa volta ao ar normalmente.

Até então e não morram no carnaval!

Sobre o autor
Caio Mancini é baixista e vocalista de várias bandas locais de Guaxupé, nerd assumido e locutor do programa Avalanche que vai ao ar todos os domingos pela 87,9 FM de Guaxupé.
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